quero adotar um Bebê

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Adoção Consentida-Nova lei

QUERO ADOTAR UM BEBE ....



Adotar é um Ato de Amor e solidariedade.
Procure saber como se cadastrar,e não pensem em adotar só bebês,existem crianças de 4 ,5,6 anos em Abrigos,por que não???

Amar uma criança acima de tudo,pois esse ser já nasce tão sofrido e inocente que precisa de um LAR ,DE VERDADE,sim um amor incondicional,sei disso por que sou Mãe e Biólogica.
Mas não dou as costas,aquelas que não puderam ser por algum motivo,seja qual for.
Estou reservando esse espaço para pessoas que desejam realizar seus sonhos.
Sem preconceitos,sem Raça,sem cor,sem nacionalidade.


Adoção consentida pode virar lei

Publicado por Instituto Brasileiro de Direito de Família (extraído pelo JusBrasil) e mais 1 usuário 2 anos atrás
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O Projeto de Lei 1212/2011 do deputado Carlos Bezerra pretende autorizar a adoção consentida de crianças e adolescentes. Isso significa que os pais biológicos poderão entregar o filho em adoção a determinada pessoa de confiança, independente de estarem inscritos no Cadastro Estadual ou Nacional de Adoção. A proposta altera oEstatuto da Criança e do Adolescente.
Segundo a justificativa do projeto, a obediência rígida ao cadastro impede, muitas vezes, a adoção de crianças em situações peculiares, evitando prejuízo para a criança ou adolescente.
Para a advogada Tânia da Silva Pereira, presidente da Comissão da Infância e Juventude do IBDFAM, "a adoção consentida é a possibilidade de se entregar um filho em adoção à uma pessoa conhecida que esteja habilitada para a adoção, preferencialmente". A advogada revela ainda que a aprovação deste projeto vai impedir que muitas crianças e adolescentes fiquem esquecidas em instituições. "A possibilidade de se entregar o filho para uma pessoa em quem se confia, representa a chance de uma vida melhor à criança que não se pretende acolher. Finalmente, entregar um filho em adoção também é um ato de amor", afirma.
História de amor - Foi o que aconteceu com a pequena Cristiana, que aos dois anos e meio foi adotada por Ana Aparecida Melgaço e Almerindo Camilo. Sua mãe adotiva conta que não foi o casal quem procurou a criança, mas foi a própria garotinha que os encontrou. "Estávamos em uma festa e vi a Cristiana com os olhos tristes. Minha prima havia me dito que a mãe dela tinha problemas psiquiátricos e que a avó não podia criá-la. Apresentei a criança para meu marido e falei que queria adotá-la, ele concordou. No outro dia, Cristiana já estava em nossa casa e após uma semana ela já me chamava de mãe", lembra Ana.
Ana relata que a adoção foi regularizada depois de dois anos de convivência familiar. Para formalizar a situação, a mãe adotiva precisou mostrar provas de que a criança já possuía vínculos afetivos e apresentava um excelente desenvolvimento. Ana conta ainda que "hoje, com seis anos de idade, Cristiana parece ter nascido aqui em nossa casa".
Como é o processo de adoção hoje - Para se adotar uma criança no Brasil, os pretendentes (casais ou solteiros) precisam habilitar-se junto ao Juizado da Infância e Juventude. Após frequentarem os "Grupos de apoio à Adoção" e serem entrevistados pela equipe técnica interdisciplinar, serão considerados "habilitados para adoção" e incluídos no Cadastro Nacional de Adoção. Isto lhes permitirá visitar as instituições e conhecer crianças e jovens acolhidos. Uma criança ou um grupo de irmãos são indicados pelo Juizado e, após os candidatos à pais adotivos aceitarem essa indicação, se inicia o processo de adoção com a concessão da "Guarda Provisória". Apenas quando concluído o processo com sentença definitiva é que os pais adotivos serão autorizados a alterar a certidão de nascimento da criança.

Nesta seção procuramos esclarecer as dúvidas mais freqüentes. Tem alguma dúvida sobre adoção? Envie a sua pergunta para contato@psicologiadaadocao.com.br, que em breve será respondida e publicada.
Como faço para adotar uma criança?
Procure o Fórum (Vara da Infância) de sua cidade. Eles fornecerão um formulário para ser preenchido, e uma lista de documentos que deverão ser entregues junto com o formulário.
Quem pode adotar?
Homens e mulheres acima de 18 anos, independente do estado civil, que possua um ambiente familiar com condições físicas, psicológicas e socioeconômicas adequadas para o crescimento de uma criança e/ou adolescente. Não é necessário ser "rico", mas é necessário possuir uma situação estável. A diferença de idade entre o adotante e o adotando precisa ser de no mínimo 16 anos.
Estou grávida e quero entregar meu filho para adoção, como devo fazer?
Se for maior de idade, procure o Fórum (Vara da Infância) da sua cidade. É seu direito seu entregar um filho para adoção, caso não possua condições para cuidar dele. Você conversará com um assistente social e será marcada uma audiência para oficializar a situação. Se você for menor de idade precisará da autorização de seus pais/tutor ou responsável.
Dei entrada no meu processo de habilitação para adoção no Fórum, quanto tempo demora o processo?
Inicialmente a equipe técnica do Fórum entrará em contato, e serão feitas as avaliações com psicólogo e assistente social. Após a avaliação, se for considerado apto, será habilitado. O processo pode demorar de seis a doze meses, de acordo com a comarca. Após a habilitação seu nome será incluído no Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e de acordo com o seu perfil e comarca, pode demorar meses ou anos. 70% dos pretendentes optam por uma criança com até 5 anos de idade. Para crianças com mais de 5 anos e/ou adoção de grupo de irmãos, o processo costuma ser mais rápido.
Quais os critérios para ser considerado apto para adotar?
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) define como ambiente familiar inadequado a presença de pessoas que utilizam drogas e álcool. Além disso, as equipes técnicas procuram verificar a disponibilidade dos pretendentes para se tornarem pais, e a possibilidade de propiciar um ambiente acolhedor que auxilie no desenvolvimento dessa criança e/ou adolescente. É necessário que os pretendentes possuam condições financeiras para prover o sustento da criança.
E se alguma mulher grávida quiser me entregar seu filho, devo aceitar?
Não. A adoção consensual não é bem vista na maioria das comarcas, porque existe uma fila de pessoas que foram avaliadas e consideradas aptas pelo Poder Judiciário para adotar uma criança, portanto qualquer um que tente adotar sem passar pelos trâmites legais, corre o risco de perder a guarda da criança. Oriente a gestante a procurar o Conselho Tutelar, ou a Vara da Infância.
Posso escolher uma criança nos abrigos?
Ao freqüentar um abrigo sem o acompanhamento adequado, os pretendentes à adoção acabam fazendo mal para as crianças e para si mesmo. É necessário uma aproximação estruturada, muitas pessoas começam a visitar um abrigo, vinculando-se à alguma criança, e do dia para a noite não retornam, causando mais uma sensação de abandono para a criança que já está frágil emocionalmente. Investigue as suas reais motivações para conhecer um abrigo, se realmente quer auxiliar a instituição e se tem disponibilidade para qualquer trabalho voluntário, ou se está tentando compensar uma carência interna.
Uma pessoa solteira pode adotar uma criança?
Sim. Não é necessário ser casado para adotar.
Sou homossexual, posso adotar?
Sim. Como a união civil entre homossexuais ainda está em discussão no nosso país, não é possível que duas pessoas do mesmo sexo sejam reconhecidas como responsáveis pela criança e/ou adolescente. Apenas um dos dois será o pai/mãe do adotando. Atualmente, alguns casais conquistaram na Justiça o direito de colocar o sobrenome do casal na criança.
Posso mudar o nome e sobrenome do meu filho?
O nosso nome traz parte da nossa história, e ao mudar o prenome da criança é como se tentássemos apagar sua vida antes da adoção. Pode parecer algo pequeno, mas na escolha do nome pelos pais existe uma idealização, e até nisso é necessário trabalhar a aceitação dos pretendentes. O que geralmente se recomenda é acrescentar um nome do meio, corrigir a grafia (se estiver escrito de maneira incorreta), mas deixar o nome dado inicialmente pelos genitores como parte da história da criança. Após a guarda definitiva, a criança recebe uma nova certidão de nascimento com o sobrenome dos pais adotivos, e a importância disso é enorme, muda completamente a sensação de filiação, diferente do "pegar para criar" de antigamente. Nesse período entre a guarda provisória e a definitiva, os adotantes podem conversar com a escola para que o sobrenome seja utilizado pela criança, evitando confusão ou exposição da criança.
Devo dizer para meu filho que ele é adotado?
Sim, desde o primeiro dia. Na seção Livros e DVDs veja a sugestão de material para falar com seu filho sobre a própria história. Leia na seção de artigos "Quando revelar a adoção?"
Existe algum cuidado especial na criação da criança adotada?
É preciso diferenciar o que é uma dificuldade própria da adoção, do que faz parte do desenvolvimento infantil. A adoção é a forma como seu filho chegou até você, mas ele é seu filho, portanto a criação deve ser igual a de qualquer outra criança.
Meu filho quer saber quem são seus pais biológicos. O que deve fazer?
Saber sobre a própria história é algo natural do ser humano. Atualmente se recomenda que os pais adotivos falem a verdade para os filhos desde o primeiro dia, numa linguagem que seja adequada à idade da criança. Uma das vantagens da adoção legal, é que após completar 18 anos o adotando tem direito a ver o seu processo e o nome dos seus pais biológicos. O fato de seu filho querer conhecer os pais biológicos não significa que não existe vínculo nem amor entre vocês. Cada caso é um caso, cada história é única, mas seu dever como pai é proteger seu filho, sempre revelando a verdade. Leia na seção de artigos "Quando revelar a adoção?"

Ana Santos-administradora do Blog

3 comentários:

Anônimo disse...

quero adotar um bebe eu branca meu esposo loiro olhos verdes por favor nos ajudem queroadotarumbebe2014@outlook.com

Anônimo disse...

Entre em contato comigo se ainda estiver interessados
0159392112780

Anônimo disse...

vc não tem mail ou wash qual é sua operadora